21.2.15

Recomendação de livros divertidos!

A proposta do Desafio Literário 2015, aqui do blog, é que no mês de fevereiro você leia um livro divertido.

Devido a isso, fiquei pensando... Quais foram os livros mais divertidos que já li?

Alguns vocês já ouviram falar, como a maioria dos chick-lits - que costumam ser os queridinhos da mulherada. No entanto, existem outros infinitamente mais divertidos e com conteúdos inteligentes assim como os livros do Juan Villa Lobos.


Quem costuma passar por aqui deve estar cansado de tanto ouvir eu falar sobre o autor.
Juan Villa Lobos é sarcástico, sabe usar o bom-humor e a ironia como ninguém para relatar vidas peculiares e criticar a política mexicana "com categoria".

Os seus livros são repletos de personagens singulares pelos quais nos apaixonamos.
As duas obras são curtinhas. Você as devora em poucas horas e fica sedento por mais.

Tanto o aclamado Festa no Covil, quanto Se vivêssemos em um lugar normal, são maravilhosos!
Super indico os dois para quem quer passar algumas horas divertidas e repletas de humor inteligente!

Outro livro que faz parte dos "meus queridinhos" é Cotoco, de John van de Ruit.


Cotoco é uma obra repleta de nostalgia, diversão e muita sensibilidade.
A história é sobre um menino de 13 anos que está em um colégio interno. Lá, ele aprende a se virar longe da família, a fazer novas amizades e a aprontar poucas e boas!
O livro é super divertido e, ao mesmo tempo, nos passa uma tristeza infinita ao final. Tão delicado, tão belo, tão emocionante... Mais uma ótima recomendação de leitura!

E, para a mulherada de plantão, não poderiam faltar os famosos chick-lits, claro. :D


O meu preferido sem sombra de dúvidas sempre foi O Diário de Bridget Jones, de Helen Field. Na época em que li, fiquei apaixonada por aquela doidinha, que lutava contra a balança e que se metia nas maiores enrascadas!

Hoje, temos inúmeros chick-lits. E, quando falamos nesse tipo de leitura, fica impossível não mencionarmos as divas Sophie Kinsella, Marian Keyes, Candace Bushnell e até mesmo a Meg Cabot.

Entre estas, a minha preferida é a Sophie Kinsella. Os seus livros são repletos de personagens "sem noção" que vivenciam situações inusitadas e impossíveis de acontecer na vida real! Muita gente não gosta da autora justamente por esse motivo - das situações inverossímeis. No entanto, essa loucura me diverte, me desliga do mundo real e proporciona que eu dê boas risadas.
Os meus preferidos da autora são Fiquei com o seu número (fofo, fofo, fofo!) e O Segredo de Emma Corrigan.

Outro livro do tipo "nada a ver" que li e ri muito foi Qual Seu Número?, de Karyn Bosnak.


Esse livro me fez rir muitoooo!
Lembro que virava a madrugada, pois não conseguia parar de lê-lo.
E o romance é super fofo! Então é mais um que vale super a pena!

E vocês? Qual foi o livro mais divertido que vocês já leram?
Estou curiosa!! Gritem aí!!!! :D

Obs.: estou com todas as visitas atrasadas... Nem os comentários consegui responder ultimamente. Ando trabalhando muito. Então fui obrigada a ficar um pouco sumida do mundo virtual. :s Mas vamos que vamos!!

Bom fim de semana pessoal! :)

6.2.15

A Vida em Tons de Cinza

Conforme o Desafio Literário 2015 - aqui do blog - em janeiro deveríamos ler uma biografia ou um livro com uma história baseada em fatos reais.

Eu havia escolhido para o desafio a biografia Um Preço Muito Alto, de Carl Hart. Iniciei a leitura, mas não consegui engrenar... Então dei mais uma olhada em minha estante e encontrei um livro que está há anos ali esperando para ser lido: A Vida em Tons de Cinza, de Ruta Sepetys.

Sempre li milhares de elogios a respeito da obra. Porém, não achei "tudo isso que o povo fala".

O livro é sobre uma garota de 16 anos, chamada Lina, que junto com a sua família vive os horrores da época da dominação de Stalin. Trata, principalmente, sobre a ocupação soviética à Lituânia, Letônia e Estônia.

A menina é filha de professores e possui um irmão de 11 anos chamado Jonas. A sua mãe dá aula para uma escola primária e o seu pai para a universidade local.
A vida da família é relativamente normal como a de qualquer outra. Porém, tudo muda quando a casa deles é invadida por soldados soviéticos e são colocados em um trem sem saber qual será o destino.

A partir daí, a família se vê dividida. Lina, Jonas e a mãe vão para um campo de concentração. E o pai, eles não sabem para onde vai e nem se está vivo.

No campo de concentração, a família vivencia situações de abuso de autoridade, violência, trabalho forçado e os mais diversos tipos de humilhações. Precisam aprender a conviver com pessoas que nunca haviam visto antes e a considera-las parte da família. Necessitam se adaptar ao frio extremo, à falta de conforto e alimentos. Uma vida dura, ávida e triste.

A personagem principal é Lina, uma desenhista talentosa, que é fã de Munch, e é quem nos narra a história.

Para mim, A Vida em Tons de Cinza, é um livro que tinha tudo para dar certo. Contudo, a inexperiência da autora em escrever livros, deixou a história "pobre".
A narrativa é muito objetiva e sem emoção. Por mais que ela narrasse as desgraças enfrentadas pelos personagens, não consegui me envolver com a trama e com o sofrimento alheio.
Os personagens são muito superficiais, não conseguiram me convencer e não me transmitiram nenhuma emoção.
Além disso, faltou mais detalhes sobre os fatos históricos mencionados durante a trama. Tudo ocorre de forma muito rápida e a autora fica muito centrada nas "desgraças" vivenciadas pelos personagens sem contextualizar de forma mais detalhada o ocorrido.

O livro é bom, principalmente, para leitores jovens que estão à procura de um livro "mais sério". Porém, para os leitores adultos e/ou mais experientes, deixa muito a desejar.

Mas, de qualquer forma, fica aí a dica! ;)

Avaliação:



Skoob:
http://www.skoob.com.br/livros/a-vida-em-tons-de-cinza/180509ed201331

Sinopse:
1941. A União Soviética anexa os países bálticos. Desde então, a história de horror vivida por aqueles povos raras vezes foi contada.
Aos 15 anos, Lina Vilkas vê seu sonho de estudar artes e sua liberdade serem brutalmente ceifados. Filha de um professor universitário lituano, ela é deportada com a mãe e o irmão para um campo de trabalho forçado na Sibéria.
Lá, passam fome, enfrentam doenças, são humilhados e violentados. Mas a família de Lina se mostra mais forte do que tudo isso. Sua mãe, que sabe falar russo, se revela uma grande líder, sempre demonstrando uma infinita compaixão por todos e conseguindo fazer com que as pessoas trabalhem em equipe.
No entanto, aquele ainda não seria seu destino final. Mais tarde, Lina e sua família, assim como muitas outras pessoas com quem estabeleceram laços estreitos, são mandadas, literalmente, para o fim do mundo: um lugar perdido no Círculo Polar Ártico, onde o frio é implacável, a noite dura 180 dias e o amor e a esperança talvez não sejam suficientes para mantê-los vivos.
A vida em tons de cinza conta, a partir da visão de poucos personagens, a dura realidade enfrentada por milhões de pessoas durante o domínio de Stalin. Ruta Sepetys revela a história de um povo que foi anulado e que, por 50 anos, teve que se manter em silêncio, sob a ameaça de terríveis represálias.

Obs.: sei que continuo devendo o post sobre as mulheres no Jiu Jitsu. Em breve, aguarde!! Haha!


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