17.6.15

Harry e Sally - Feitos um para o outro

O que fazer quando, do nada e sem nenhuma explicação, você se sente melancólica e para "baixo"?
A minha estratégia que sempre dá certo é encher uma taça com um bom vinho e comer chocolates em frente a uma deliciosa comédia romântica.
Nada como uma noite "mulherzinha" para nos deixar suspirando novamente...



Eu tenho uma "coisa" com esse filme Harry e Sally: feitos um para o outro. Assisti em diferentes fases da minha vida e, em cada uma delas, tive uma sensação diferente.

A primeira vez, foi pelos 15 anos... Na segunda, aos 25. E, agora, aos 35. Digamos que, 10 em 10 anos eu sinto saudades tanto do Harry quanto da Sally.

Aos 15 achei "legalzinho", aos 25 achei "blé... poderia ser bem melhor" e, ontem, achei "que filme perfeito!".



Gente, que filme é esse #peloamordedeus?!
Personagens bem construídos, diálogos inteligentes e um romance de "vida real".
Sem falar na nostalgia que nos dá ao ver o figurino, objetos e tudo mais dos anos 80.

O Harry é hilário com aquele sarcasmo e pseudo-intelectualismo, repleto de teorias sobre a vida e relacionamentos. Já, a Sally, é uma peça única com seu jeito detalhista e organizado de ser.

É uma delícia acompanhar os personagens com o passar dos anos. O amadurecimento de ambos é notável, assim como as mudanças que ocorrem no decorrer de suas vidas.

Ontem, ao assistir, pela milésima vez... Senti como se eu fosse uma integrante daquela história. Pois, além do romance, "assim é a vida"... Repleta de encontros, desencontros, chegadas e partidas.

E, quanto à declaração que Harry faz à Sally ao final, é com certeza uma das mais bonitas da história do cinema. Vai dizer que não?
"Eu adoro que você fique com frio quando faz 21ºC lá fora, eu adoro que você demore uma hora e meia para pedir um sanduíche, eu adoro a pequena ruga na sua testa quando você olha para mim como se eu fosse louco, eu adoro que, depois de passar o dia com você, eu ainda sinto o cheiro do seu perfume na minha roupa, e eu adoro que você seja a última pessoa com quem eu quero falar antes de ir dormir à noite. E não é porque eu estou solitário, nem porque é véspera de Ano Novo. Eu vim aqui hoje à noite porque quando você percebe que você quer passar o resto da sua vida com alguém, você quer que o resto da sua vida comece o quanto antes".
Segue a cena para quem quiser relembrar...


Enfim... Segue a dica de um belo filme para as mulherzinhas nostálgicas de plantão.
Mesmo que você já tenha visto, veja de novo. Pois, aposto que você terá uma opinião diferente da que teve tempos atrás.

Aproveite que está em cartaz no Netflix e se delicie com essa fabulosa comédia romântica.

* Para completar a minha noite "mulherzinha" ainda teve Gilmore Girls e livro da Emily Giffin. Ui Ui! :)

2 comentários

  1. Oi, Angélica, há quanto tempo não vinha te visitar... :) Esse filme é muito legal, assisti quando já tinha 30 e poucos anos e atravessado várias relações amorosas, o que me fez analisá-lo com bastante maturidade emocional. Mas a cena que acho fantástica e um clássico do cinema é quando a Sally interpreta um orgasmo na lancheria para o Harry, comprovando a questão de que as mulheres podem, sim, fingir um prazer sexual que parece muito natural ao parceiro... :) Tive uma relação parecida, um grande amigo e uma tentativa de namoro, mas, diferente da história do filme, acabamos decidindo ficar só na amizade, mas permaneceu no ar "alguma coisa estranha"... hahahahahaha Beijo!

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    Respostas
    1. Veraaa, que saudades de você!!
      Temos que combinar um café num dia desses para colocarmos o nosso papo sobre livros e filmes em dia. :) Eu levo os cupcakes!! :D
      Acredito que a melhor fase da vida para se ver Harry e Sally é a partir dos 30... Aproveitamos muito mais a história.
      A cena do restaurante é clássica!! Impossível esquecer!
      Também já namorei um amigo e também não deu certo... Hehe!
      Beijos!

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